domingo, 6 de dezembro de 2015

Aedes aegypti


BF: em tempos de chikungunya e o escambau, ficou "bunitinho"...

sábado, 5 de dezembro de 2015

Mobilidade

Como a Angélica,
vou de táxi.
Uber, para mim,
é coisa de vaca.


domingo, 15 de novembro de 2015

Nosso amigo Ângelo

O Ângelo não existe
Sempre longe, mas sempre perto
Quando chega, já está indo
Nunca come (às vezes, um chocolate)
Alimenta-se de poesia
Vive dos dribles do Mané, dos gols do Pelé
Beatles, Rolling Stones e Paco de Lucia


domingo, 25 de outubro de 2015

Domingão

motocas empinadas & carros rebaixados
 insulfims & isopores
 cadeiras de praia & termos de mate
 sertanejos & universitários
Deu pra ti,
Dom Joaquim Ferreira de Melo!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Lenda (meio) viva

Da Casa da Borracha ao Padilha, do Comercial ao Rei da Música, reinava o Lobisomem. Assim, a chance da gente se encontrar com o Lobisomem no Pão Gostoso, bem no centro da cruz formada pela Quinze e a Neto, era enorme.
 
O Lobisomem assombrou a infância dos meus primos, o Carlos e o Alexandre, sempre encarregados da difícil missão de buscar o "cacete de meio" de todo dia na saudosa padaria.
 
Eu nunca fui achacado pelo Lobisomem. Precavido, sempre evitei dividir a calçada com ele. À lenda se devia o adequado respeito!
 
Domingo, no campo do Brasil, um pipoqueiro se aproximou de nós. Eu e o Carlos percebemos ao mesmo tempo: era ele! E compramos pipocas do Lobisomem.
 
O Lobisomem tem um metro e meio de altura, muitas rugas e poucos dentes.
 
É, Carlos, o Lobisomem existe. Mas não existe mais!


Eis o Lobisomem, na interpretação de Robert "Galeto" Crumb (Marcelo Schlee Gomes). O Galeto é meu primo, irmão do Carlos e do Alexandre. Como é mais novo que nós, não teve qualquer "enfrentamento" com a lenda. Mal conheceu o Pão Gostoso.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Etiqueta na prática (by Célia Ribeiro, no Donna de domingo passado)

Como comer alcachofra
 
Estamos em plena temporada da colheita de alcachofra, de agosto a dezembro, quando é mais difícil de encontrá-la nos supermercados. Essa hortaliça pode entrar em cardápios mais refinados, servida em pratinhos individuais com molho de manteiga ou de azeite e vinagre ao lado. Originária do sul da Europa e do norte da África, foi introduzida na França por Catarina de Médicis, quando se casou, em 1553, com o futuro rei francês Henrique II.
 
Etiqueta
 
As folhas de alcachofra são retiradas delicadamente, uma a uma, com as pontas unidas dos dedos polegar e médio, e passando-as pelo molho antes de levá-las à boca. A alcachofra possui um centro mais rijo - o coração -, saboreado com um garfinho, e não cortado.



 
(Ah, a etiqueta! Como viver sem ela?)
Fundamental fazer exatamente como Catarina (bisavó do Gen. Emílio Garrastazu) ao introduzir a alcachofra.
Nunca esquecer o fundamental detalhe prévio: usando as pontas unidas dos dedos polegar e médio, passar a parte mais rija da hortaliça na manteiga. Delicadamente, que é chique.